Ingrid Gabriel
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Sonho parece verdade
Quando a gente esquece de acordar
O dia parece metade
Quando a gente acorda e esquece de levantar

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“Aquele que é feliz espalha felicidade.”

Anne Frank.   (via d-espreparado)

Posted on Julio/30/2014 with 4 421 notas

“Mas ninguém se incomodou em perguntar como eu me sentia.”

O Diário de Anne Frank.   (via euteamo-alice)

Posted on Julio/30/2014 with 4 056 notas

“Eu gosto de olhos que sorriem, de gestos que se desculpam, de toques que sabem conversar e de silêncios que se declaram.”

Machado de Assis.  (via desalojado)

Posted on Julio/30/2014 with 7 875 notas

“Se você ainda não desistiu é porque, de alguma forma, você ainda quer acreditar.”

Renato Russo   (via mal-educado)

Posted on Julio/30/2014 with 87 796 notas

“Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão… que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades a às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim… e que valeu a pena!”

Mario Quintana.  (via pesarosas)

Posted on Julio/30/2014 with 81 457 notas



Posted on Junio/19/2014 with 193 279 notas

E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, Você?
Você que é sem nome,
que zomba dos outros,
Você que faz versos,
que ama, protesta?
e agora, José?

Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José?

E agora, José?
sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio, - e agora?

Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora?

Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse,
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse…
Mas você não morre,
você é duro, José!

Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja do galope,
você marcha, José!
José, para onde?


Carlos Drummond de Andrade, “José”.  (via pesarosas)

Posted on Junio/19/2014 with 871 notas